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POR DETRÁS DE MIM MESMA

POR DETRÁS DE MIM MESMA


reencontronointerior

Não sei o que me assalta, hoje em dia.
Estou contente, logo triste.
A minha alma anseia pela graça e tudo reviro na ânsia de a encontrar. É, contudo, no estar quieta que ela melhor percorre o interior das minhas células, aliviando-me de todos os pesos, mesmo do de estar viva.

Fico ensimesmada a pensar no motivo de tantos altos e baixos, eu que fui sempre uma criatura na aparência estável e equilibrada. Gosto e deleito-me em todas as coisas que em geral encantam o género humano: flores, crianças, ternura, afectos, boas comidas, fragrâncias, beleza, sonho, canto, música…
Mas há um sítio-estádio onde nada disso parece contar muito. Difícil descrevê-lo, complicado alcançá-lo…É como os meus olhos a olharem para dentro de si mesmos, é como se por detrás de mim estivesse eu mesma e para o nosso diálogo não tivesse sido achada por ora a palavra justa.

Portais a abrirem-se, certezas totais moldáveis como um plasma, choro, dádiva, dúvida sistemática recorrente como a estação fria em cada ano, solidão, união, ausência…
Triste ou contente, resisto mais.

De algum modo, sou mais vezes e por mais tempo a que está por detrás de mim mesma.

Amparo-me nesse facto.

Mariana Inverno

Fernando Nobre candidata-se à Presidência por “imperativo moral”

fnprPresidente da AMI candidata-se a Belém dirigindo-se aos desiludidos e aos que não têm voz

“Por imperativo moral, de consciência e de cidadania”, Fernando Nobre, médico e presidente da Assistência Médica Internacional, candidata-se às Presidenciais de 2011. Admite que pode não ganhar, mas diz que a sua candidatura “não será nunca inútil”.

Foi no (pequeno) auditório do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa – que obviamente encheu rapidamente e deixou muitas pessoas na rua, onde havia um ecrã a transmitir o discurso -, que Fernando Nobre, 59 anos, anunciou ontem a sua candidatura à Presidência da República. “Portugal precisa de um presidente que venha verdadeiramente da sociedade civil, que seja independente, que nada precise da política e que conheça bem o país”, disse, admitindo que “um homem livre, só e independente pode servir melhor o país nesta altura tão difícil e sensível para Portugal”.

Fernando Nobre dirige-se aos insatisfeitos. Diz que a sua candidatura é a “dos que não tiveram voz até agora, dos que se desiludiram com a política, dos que acreditam que a política não se esgota nos políticos e não é a sua coutada privada”. Dirige-se aqueles para quem “o destino do país não é indiferente” e diz-lhes que “chegou a hora da grande, determinada e corajosa opção de actuar”. “Portugal é uma questão que diz respeito a todos os portugueses: ninguém se pode eximir desse dever de cidadania indeclinável”, disse, explicando que se candidata por “dever moral e cívico” mas também porque não se conforma em assistir à “agonia lenta de Portugal”.

Em seu favor, Fernando Nobre apontou a “particular sensibilidade social e humanística”, o “orgulho em ser português” e o facto de trazer enraizadas em si “as marcas da multiculturalidade, da lusofonia e de uma profunda mundividência”. O seu espaço político, disse, é a “liberdade”, a “justiça social”, o “humanismo”, a “ética”, a “transparência na vida pública” e a “adequada, justa e indispensável função redistributiva do Estado”.

Se for eleito, como disse esperar, prometeu ser “garante da estabilidade” das instituições e o seu “compromisso moral intransigente” assenta em “reconhecer o mérito, premiar a excelência e recusar a impunidade”.

No seu discurso, que leu durante cerca de 15 minutos, apontou quatro prioridades: incentivar a “regeneração ética da vida política do país”, prometendo ser “intransigente” com todos os que exercem cargos públicos; apoiar e incentivar todos os esforços no caminho da justiça social, dando particular atenção aos desempregados e trabalhadores precários, aos jovens, idosos, emigrantes e imigrantes; defender a soberania nacional, designadamente os recursos naturais, o património histórico, a língua e o prestígio do país; e “não pactuar com a situação trágica da justiça em Portugal”.

Com várias caras conhecidas na sala – cantores como Rui Veloso, Luís Represas, Vitorino e Carlos Mendes, o juiz Rui Rangel e Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto -, Fernando Nobre disse estar consciente de que será uma batalha difícil, “talvez até invencível”, mas garantiu que não será “inútil”. A sua luta é “contra a indiferença”.


Fonte: JORNAL DE NOTICIAS online, foto:http://jn.sapo.pt/Storage/ng1257383.jpg, de Miguel A. Lopes, LUSA.

Pensamento para 20 de Fevereiro

retirado de “Abrindo as portas que há em nós” de Eileen Caddy

Porquê ter sempre medo de tudo? EU ESTOU sempre contigo. Eu vou à tua frente a preparar o caminho; e no momento certo ele revelar-se-te-á perfeito. Deves ter fé, a qual deverá ser forte como uma rocha para que sejas capaz de viver esta vida. ..

Pensamento para 19 de Fevereiro

retirado de”Abrindo as portas que há em nós” de Eileen Caddy


Há lições muito importantes nesta vida que devem ser aprendidas por todos. Por exemplo. aprende a fazer tranquilamente o que deve ser feito, sem te precipitares, sem alarido nem fanfarra. Não rejeites essas lições nem penses que conheces todas as respostas e que portanto nada tens a retirar de ensinamentos tão elementares…

Novas Respostas da Ciência

O investigador Manuel Sobrinho Simões defendeu hoje que as “chamadas ciências duras (ciências exactas) têm de rapidamente ganhar a humildade suficiente para se articularem com as ciências ditas não duras, humanas ou humanidades”. Sublinhou ainda que “os desafios do mundo actual são muito mais culturais e políticos do que científicos”.


O A  conferência decorrerá na Casa Jorge de Senadirector do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP) falava a propósito da conferência que irá proferir quinta feira, no Porto, sobre «Novas respostas da ciência», integrada no ciclo «Novas Respostas a Novos desafios», organizado pela Fundação Mário Soares e Fundação Inatel.

O investigador defende que é necessário evoluir de uma perspectiva científico-tecnológica para “uma muito mais cultural, política e, no limite, até religiosa”. Frisou que acredita que é a cultura que perspectiva a ciência e não o contrário.

Do ponto de vista científico, o Sobrinho Simões considera que “tudo tem sido feito. Temos robôs, capacidade de fazer medicina regenerativa, capacidade de a partir de células estaminais reproduzir organismos e as nanotecnologias são extraordinárias, pela capacidade que têm de aumentar a eficiência”.

“Mas, como somos cada vez mais egoístas, mais mimados como sociedade, acostumados a ter tudo, a ter bem-estar e a gastar muito, estas respostas da ciência, por estranho que pareça, se calhar estão a acelerar os desafios que são mais globais: o da demografia, o do clima, o do esgotamento dos recursos naturais”, acrescentou.

Melhoria genética das pessoas

Assim, em seu entender, “a resposta científica pode ser uma tragédia. Se não introduzirmos controlos éticos, por exemplo, vamos poder fazer melhoria genética das pessoas e isto, penso eu, não é desejável em termos da sociedade”.

“Não me refiro a curar doenças e ao aconselhamento genético, mas sim aos pais que querem que os filhos sejam mais bonitos, mais inteligentes e tenham olhos azuis. É um desafio que se põe hoje a ciência e que tem de ser resolvido”, frisou.

E questiona: “Será que este desafio interessa à sociedade? Será que a sociedade está disposta a tolerar a melhoria genética?” Sobrinho Simões considera que “o que tem graça, nas respostas da ciência, é que são muito inteligentes e eficientes, mas tem de ser enquadradas culturalmente e politicamente, senão podem contribuir para acelerar os desafios horrorosos com que a sociedade mundial se defronta hoje”.

A conferência sobre “Novas respostas da ciência” realiza-se amanhã, na Casa Jorge de Sena, no Porto, e contará com a participação de Mário Soares e Vítor Ramalho, que irão conduzir o debate.

Fonte: Ciência Hoje

Pensamento para 18 de Fevereiro

retirado do livro “365 Meditações para Mulheres que Amam demais”


Os programas de 12 passos podem constituir a fonte principal de recuperação de dependências, incluindo a dependência de relacionamentos, e o aconselhamento pode servir como complemento, mas o inverso não é verdadeiro.



Curso de Plantas Aromáticas no Monte do Laranjal

O curso de Plantas Aromáticas e Medicinais que decorreu este fim-de-semana no Alentejo,  no Monte do Laranjal, (Monsaraz) foi, como se pode avaliar pelas imagens, um sucesso.

Além da presença do Engº Luis Alves, do Cantinho das Aromáticas, houve uma prova de vinhos regionais, uma aula de culinária e boa disposição entre adultos e crianças.

Foi também entregue a cada um dos participantes um mini-cabaz com sabores do Alentejo.

 

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Pensamento para 17 de Fevereiro

retirado de “Abrindo as portas dque há em nós” de Eileen Caddy


Quando estiveres pronto para Me entregar tudo, nada retendo, cada uma das tuas necessidades será satisfeita e a tua vida fluirá com abundância, pois tu abres as comportas nesse momento. Incute essa lei em todo o teu ser até que ela faça parte de ti, que vibres ao ritmo de toda a Vida, que conheças o significado de totalidade, até estares sintonizado com toda a Criação e, como tal, em sintonia coMigo. ..


Earth Energy Video

Earth Energy Video from International House of Reiki on Vimeo.

Facing the future

jacintarara-jcalero

“In our rush to pursue unlimited economic growth and material wealth, I fear we have lost much of our long-held knowledge of the importance of working “with the grains of Nature” to maintain the blance between keeping the Earth’s natural capital intact and sustaining humanity on its renewable income…”

“Of course we have achieved extraordinary prosperity since the advent of Industrial Revolution. People live longer, have access to education, better health care, more leisure time, oportunities to travel -the list is endless. But on the debit side, we in the industrialised world have increased our consumption of the Earth’s resources in the last thirty years to such an extent that our collective demands on Nature’s capacity for renewal are beeing excedeed anually by some twinty-five per cent. “

Edited extracts of the Richard Dimbleby Lecture Facing the Future, delivered by HRH The Prince of Wales on January/February Resurgence edition.


You can find the Resurgence Magazine at LivrariaSpirit, in Cascais.

Imagem: Jacintarara – Jorge Calero