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Quatro em cinco pessoas consideram a Internet um «direito fundamental»

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internetUm estudo realizado pela GlobeScan para a BBC apurou que 87 por cento daqueles que já acederam à Internet consideram que estar ligado à rede é “um direito fundamental para todos” e que 71 por cento dos que não usam este recurso pensam que deveriam ter acesso à Internet.

As Nações Unidas encorajam um acesso universal à Internet e há até países que declaram o acesso à rede como um direito humano, sendo disso exemplo a Estónia e a Finlândia.

É na Coreia do Sul, o país mais ligado do mundo, que existe a maior percentagem de pessoas a considerar a Internet como um direito fundamental (96 por cento), seguido do México (94 por cento) e da China (87 por cento).

A maior parte dos cibernautas entende que a Internet trouxe mudanças positivas para a sua vida, graças ao volume de informação disponível, a uma grande liberdade e às redes sociais, sendo que 78 por cento consideram mesmo que a web lhes trouxe uma maior liberdade.

No entanto, há também preocupações em relação à segurança da Internet para exprimir opiniões, com 48 por cento dos interrogados a considerarem que a web é uma forma segura para que as pessoas se exprimam, enquanto 49 por cento estão convencidos do contrário, sendo os mais desconfiados os japoneses, os sul-coreanos e os franceses.

Esta sondagem, realizada junto de 27 973 adultos em 26 países entre 30 de Novembro de 2009 e 7 de Fevereiro de 2010, mostra também que 53 por cento dos inquiridos consideram que a web “não deveria nunca ser regulada pelo Estado, a qualquer nível”.

O estudo diz ainda que 44 por cento dos inquiridos não conseguem passar sem a Internet, um sentimento muito comum entre os japoneses (84 por cento), mexicanos (81 por cento) e russos (71 por cento).


Fonte: CiênciaHoje

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