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Comissão Europeia publica novo logótipo biológico da EU

Será obrigatório a partir de 1 de Julho de 2010


logobioO novo logótipo para produtos biológicos foi publicado pela Comissão Europeia no Jornal Oficial da União Europeia. Será obrigatório a partir de 1 de Julho deste ano e será introduzido no mercado por um período de transição de dois anos.

Quando utilizado num produto, o logótipo biológico indica que o referido produto é plenamente conforme com as regras europeias aplicáveis à agricultura biológica e será igualmente acompanhado de um novo instrumento de identificação dos produtos, o número de código do organismo de certificação, em formato normalizado, e de uma indicação do local em que foram cultivadas as matérias-primas agrícolas que compõem o produto.

Embora não sejam autorizadas alterações do logótipo nem a sua combinação com outros elementos, não está excluída a sua associação a rótulos nacionais ou privados existentes. O novo design mostra 12 estrelas, sob a forma de uma folha, sobre um fundo de bandeira verde.

Esta «Eurofolha» foi concebida por Dušan Milenković, que ganhou o concurso do logótipo biológico da UE. Este desenho foi registado pela Comissão, como marca colectiva, encontrando-se à disposição dos operadores. Um manual de utilização permitirá dispor de uma panorâmica mais vasta sobre as orientações e a utilização do futuro logótipo.

O novo regulamento relativo à produção biológica, aplicável desde 1 de Janeiro de 2009, estabelece uma norma administrativa única para os produtos biológicos. O logótipo biológico destina-se a reforçar a confiança do consumidor e a promover o sector biológico europeu. Será utilizado dentro e fora das fronteiras da UE nos produtos biológicos pré-embalados.


Fonte: CiênciaHoje

Gravuras dos antigos habitantes da Escócia podem ser um tipo de escrita

Investigadores identificaram escrita através de processo matemático mas não a conseguem decifrar


A civilização dos pictos, que ocupou a actual Escócia entre 300 a 843 d.C, deixou uma série de pedras esculpidas. Até agora, as imagens nelas presentes eram consideradas arte rupestre ou vinculadas à heráldica.

O novo estudo de um grupo de investigadores britânicos das Universidades de Lancaster e Exeter, publicado na «Proceedings of the Royal Society A», sugere que as imagens são afinal a linguagem escrita dos pictos, há muito desaparecida.

Esta civilização continua a ser enigmática. Quando os romanos chegaram à Grã-Bretanha deram-lhe o nome de pinctus, que significava “pintados”, pois estes usavam o corpo tatuado.

Os autores do estudo explicam que deixaram algumas centenas de pedras habilmente esculpidas com símbolos estilizados. Devido à sua natureza fragmentária, ainda não tinha sido possível percebe-se se representavam uma forma de linguagem escrita.

O investigador Rob Lee e a sua equipa analisaram todas as imagens encontradas nas poucas centenas de rochas. Utilizaram um processo matemático conhecido como “entropia da informação” e estudaram a forma, a direcção, a aleatoriedade e outras características de cada gravura.

Os dados foram depois comparados com inúmeras linguagens escritas, tais como os hieróglifos egípcios, textos chineses, escrita latina, anglo-saxão, língua nórdica antiga, galês antigo, entre outras. Apesar de não coincidirem com nenhuma delas, apresentam características de escrita baseada numa linguagem falada.


As imagens mais utilizadas nas gravuras (clique para aumentar)
As imagens mais utilizadas nas gravuras (clique para aumentar)

Rob Lee, citado pela Discovery News, explica que a escrita aparece em duas formas básicas: a lexicográfica, que se baseia no discurso, e a semasiográfica, onde as imagens veiculam a significação pré-definida.

Paul Bouissac, da Universidade de Toronto, um dos mais conceituados investigadores na área, afirmou à Discovery que é mais que plausível que os ‘símbolos’ Pictos sejam exemplos de escrita, no sentido em que a informação codificada também tinha uma forma falada.

Contudo, o que se conhece deste sistema não permite, ainda, a sua decifração. Talvez apareça uma espécie de «pedra de Roseta» (aquela que permitiu decifrar-se o código hieroglífico egípcio) que desvenda o mistério. Uma descoberta dessas seria muito importante para conhecer aquela civilização perdida.

Artigo: Pictish symbols revealed as a written language through application of Shannon entropy


Fonte: CiênciaHoje

FELIPPA LOBATO

FELIPPA LOBATO nasceu em Lisboa.

Foi a oitava numa família de dez irmãos e nasceu em Agosto de l960, em Lisboa. A cor exerceu sempre uma profunda magia sobre Felippa Lobato. Desde criança que desenha e pinta e que os seus trabalhos eram escolhidos para exposições nas escolas que frequentou. Era já o prenúncio da carreira da pintora que, aos dezasseis anos, pinta as primeiras telas e começa a tomar consciência de que o seu caminho terá de passar por um diálogo com o mundo exterior através de uma linguagem universal – a pintura.

A artista começou a expor individualmente aos vinte e quatro anos na Galeria de S. Mamede, em Lisboa e realizou até hoje cerca de trinta exposições individuais.

Em associação com o PROJECTO Art for All desde 1998, realizou em Londres em 2000 a grande exposição individual “O FUTURO É ANTIGO”. A sua obra encontra-se representada em museus e colecções públicas e privadas, nomeadamente, Museu Nacional de Arte Contemporânea, Museu da Presidência da República em Belém, Museu Municipal Dr. Santos Rocha, Museu da Água da Epal, Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Calouste Gulbenkian, Caixa Geral de Depósitos, Banco Mello, Sociedade Financeira Portuguesa, Millennium B.C.P., Câmara Municipal de Évora, Câmara Municipal de Oeiras, Universidade de Évora, TRANSGÁS, RTP, TVI, Fundação Convento da Orada, PROJECTO Art for All e em colecções privadas em Portugal, Reino Unido, Brasil, Espanha, Austrália e Alemanha.