Nova Biblioteca de Alexandria
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A NOVA BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA Inaugurada em 2002 este edifício monumental resultou do projecto apresentado em concurso ao governo egípcio por uma pequena empresa norueguesa de arquitectos, a Snøhetta. A nova Biblioteca de Alexandria, ou Bibliotheca Alexandrina, abriu em 2002 e é amplamente encarada como uma das obras arquitectónicas mais importantes das últimas décadas. Embora simples, a biblioteca é magnífica. Na sua essência, o edifício é um cilindro vertical talhado na diagonal cuja clareza geométrica tem muito em comum com os grandes edifícios da antiguidade egípcia.
Carl Sagan conta a história de Hipácia de Alexandria, o último grande nome que passou pela maravilhosa BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA.
Hipácia, uma mulher muito à frente do seu tempo, foi vítima de Cirilo que ordenou a sua morte e confiscação dos seus bens e livros. A Biblioteca foi destruida pouco depois, sete séculos após a sua construção e Cirilo canonizado pela igreja. A névoa que cobriu a memória de Hipácia até hoje começou a levantar-se e ela é cada vez mais uma referência-chave para a mulher actual.
Carl Sagan apresenta-nos a BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA, como teria sido há dois mil anos, o centro por excelência da ciência e do estudo e onde o génio florescia. Grandes nomes passaram por aqui e em muito contribuiram para o conhecimento de que hoje dispômos. Dramaticamente, por aqui passou a grande HIPATIA, astrónoma e matemática de grande prestígio, cuja inteligência, brilho superioridade intelectual e independência de ideias a tornaram um alvo a abater pelos mais obscuros representantes da sociedade patriarcal em que viveu.
ÁGORA – filme espanhol de 2009, dirigido por Alejandro Aménabar.
A história de Hipácia de Alexandria.
