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Home / Archive: Junho 2009
O estudo é da autoria do projecto Energyprofiler, promovido pela Energaia, em parceria com a Factor Social e a TerraSystemics, com o apoio da ADENE. Para além de aferir as principais motivações, obstáculos, fontes de informação e equipamentos utilizados, entre outras questões, faz também uma análise dos factores e variáveis subjacentes a tipologias de perfis de consumo.
Conservação de energia
Quando questionados sobre quais os principais comportamentos desempenhados para levar a cabo a poupança de energia, os portugueses demonstraram conhecer de uma forma global as várias formas possíveis de poupar energia. Neste aspecto, 62 por cento indicou que habitualmente “desliga as luzes quando não está ninguém”.
Entre os perfis de utilização de energia identificados, “os menos competentes na conservação de energia, os que executam menos, são os jovens masculinos até 25 anos”. Por essa razão, “é neste grupo que existe maior oportunidade de mudança ou de poupança”. Entre os vários obstáculos assinalados à poupança energética, 50 por cento dos consumidores afirma “já faço tudo o que posso”, explicou Dalila Antunes.
A nível geral, “o público-alvo masculino demonstra estar menos sensibilizado em relação à poupança energética” enquanto “as mulheres até 45 anos de todas as regiões demonstram estar mais sensíveis à mesma questão”, sublinhou. A nível geográfico,“homens e mulheres adultos acima dos 45 anos, da zona Norte e Ilhas são mais competentes na conservação da energia”.
Estratégias de sensibilização
As conclusões do estudo, realizado através de um inquérito telefónico à escala nacional a mais de 1000 agregados familiares, apontam para um parecer positivo em relação aos comportamentos de consumo energético dos portugueses para uma maior eficiência energético. No entanto, existem indicadores que alertam para a necessidade de dar continuidade à elaboração de estratégias de sensibilização. Entre esses factores encontra-se por exemplo a utilização do radiador eléctrico como um dos principais equipamentos utilizados para aquecimento doméstico.
“Este estudo permite-nos detalhar o consumo”de energia e constatar que “cada vez há maior sensibilidade a esta questão”. Torna-se também mais evidente “a necessidade de começarmos a verificar de que forma os mais jovens encaram a questão ambiental”, afirmou Alexandre Fernandes, director-geral da ADENE. “É com este tipo de estudos que vamos podendo estudar, a cada momento, quer as nossas acções de comunicação, quer na área mais técnica. E, cada vez mais, vamos ter de agregar novas formas de interagir com a energia”.
No site do projecto é possível responder ao questionário ‘Qual o seu perfil de consumidor energético?’ e ter acesso a recomendações de boas práticas, adequadas aos perfis energéticos dos visitantes, bem como toda a informação e resultados sobre o estudo.
Fonte: CH
Fico sempre embaraçada perante a impossibilidade da maioria das pessoas serem capazes de sustentar um diálogo franco e construtivo entre elas, diálogo para o qual concorrem diferentes pontos de vista, por vezes tantos como os interlocutores em jogo.
Parece que muito pouca gente gosta de ver as suas crenças/pontos de vista minimamente questionadas e prefere uma falsa harmonia à efervescente ebulição do avanço conjunto, assente na contribuição autêntica de cada um. Acho que isto se fica a dever à fraca estrutura em que os seres assentam as suas vidas, sem um trabalho de fundo. A “verdade” é algo da autoria de outrem. colado à pressa na camada superficial do ser, entretanto rigidificado numa atitude defensiva. O recurso a atitudes arrogantes, quando não ao insulto, é a consequência habitual.
Pergunto-me. qual é o interesse de viver num mundo de “Améns” (por força, falsos, na sua maioria), será que não são por demais evidentes os efeitos nefastos da paz podre?
As patéticas audiências de gente a acenar que sim, que sim, que sim… que sim, o quê Por quê? Assente em quê? Para quê?
As patéticas audiências a não dizerem nada, porque nada têm para dizer, ou se têm, não dizem, porque pode não ser politicamente correcto e arranjam-se sarilhos.
As patéticas audiências de seres armados até aos dentes para defenderem o que trazem colado à pele da sua (in)segurança pessoal (carreira, estatuto, protagonismo de algum tipo).
Algo parafraseando o poeta, dai-me rosas, dai-me rosas, e o fluir da água, e o ar livre em movimento.
Dai-me a vossa voz, a que corre nos átomos do corpo inquieto, perplexo, atento aos indecifráveis mistérios, a que jorra da mente empenhada e do coração tenro…
MARIANA INVERNO, in “Notas Diárias à Sombra dos Tempos”
A ‘Quinta Sinfonia’ de Beethoven é uma das mais famosas composições da música clássica e, segundo um novo estudo brasileiro, pode ajudar a curar o cancro.
A pesquisa, levada a cabo pelo Programa de Oncobiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, analisou células MCF-7, ligadas ao cancro da mama. Ao expor as referidas células ao famoso tema, uma em cada cinco acabou por morrer, o que entusiasmou os envolvidos.
O estudo, que teve início em Maio de 2010, está a permitir que se desenvolvam novas perspectivas de cura de tumores malignos, recorrendo a timbres e frequências, esclarece o jornal ‘O Globo’.
Já na página oficial da unidade de Oncobiologia da referida univesidade, a responsável do estudo, Márcia Capella, esclarece que já se usaram outras composições musicais, masnem sempre com os mesmos resultados.
“Iniciámos o nosso trabalho usando três composições: a ‘Sonata para 2 Pianos em Ré Maior’, de Mozart [conhecida por causar o ‘efeito Mozart’, um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal de um indivíduo], a ‘Quinta Sinfonia’ de Beethoven e ‘Atmosphères’ [do húngaro György Ligeti], uma composição contemporânea, que se caracteriza principalmente pela ausência de uma linha melódica que traduza o tema”, afirma.
Segundo a especialista, a composição de Mozart não provocou nenhuma alteração nas células, mas as de Beethoven e Ligeti causaram a morte de em média 20% delas, além da “diminuição de tamanho e granulosidade”.
O facto de Mozart não ter provocado nenhuma reacção está a espantar os responsáveis, já que suas composições estão entre as mais utilizadas na musicoterapia.
“Ainda precisamos estudar melhor os mecanismos destes efeitos, ou seja: porque apenas alguns tipos de células são sensíveis a estas músicas? E por que apenas alguns tipos específicos de músicas provocam efeitos? Fizemos testes também com a MDCK, uma célula não-tumorigénica, e com linfócitos, e elas não responderam a estes estímulos sonoros”, reconhece Márcia Capella.
O objectivo é conseguir usar as frequências sonoras como processo de cura, em vez de outros mais violentos como radioterapia.
Fonte: CM
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