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UMA QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA


alma secreta de Portugal
“Como figura internacional tenho a mesma eleição que a revista TIME: o protesto, precisamente porque ele vem nos antípodas do que eu acho que está a passar-se em Portugal, que é a diminuição intelectual de todos nós. [...] Quando o ministro Relvas [...] toma decisões unilaterais sobre coisas tão importantes como o serviço público sem que haja um único protesto cívico [...] isto é o fim da democracia [...]. É a aceitação de tudo; “nós já tomamos a decisão por vocês”. Ora isto cheira-me a quê? Eu já vivi no sistema antigo em que as pessoas tomavam a decisão por mim e me diziam o que é que eu devia fazer; nisto sou mais liberal que o Governo. E portanto, o protesto é para mim muito importante: Occupy Wall Street, o protesto árabe, totalmente inesperado [...]. E como quem já leu história, quem continua a ler história, coisa que estes governantes não fizeram, sabem que o inesperado acontece. E mais: sabem que quem comanda a História, de um modo kitsch ou não, como dizia o Kundera, são as massas, e o mundo vai mudar.”
Clara Ferreira Alves no Eixo do Mal, SIC Notícias (25/12/2011)
Estou em muito de acordo com Clara Ferreira Alves.  Mas acho que há muitas coisas que comandam a história. Depende do local onde a história acontece. Depende do povo a quem ela acontece. Depende sempre e sobretudo do grau de desespero económico a que os povos chegam.
De facto,  este governo tem uma escassa margem de manobra. Pequena economia satélite, há muito gerida pela histórica incompetência dos seus governantes e a inércia dos governados, a Lusitana Pátria perdeu tudo quanto possa cheirar a soberania, intervencionada por gigantes que não estão aqui a fazer caridade e que dão as ordens mais conducentes à boa saúde dos seus empréstimos. A Lusitana Pátria parece destinada a um futuro sem esperança, sobretudo, atrevo-me a dizer, pela falta de consciência e de coragem do seu povo. Refiro-me é claro à consciência de quem se é, donde se vem e do potencial de transformação da realidade quando nos atrevemos a lançar um olhar renovado e objectivo sobre o que nos acontece, as razões porque acontece e a forma como estamos ou não equipados para reconduzir Portugal ao trilho do seu verdadeiro destino.
Isto pressupõe que as pessoas conheçam a sua história passada, tenham mergulhado nos seus mitos e tradições, saibam identificar e  reconhecer correctamente as falhas do passado e trabalhem todos os dias  no reconhecimento da alma secreta do seu berço, a entidade a que chamamos o nosso país.
As raízes espirituais de um povo e o seu imaginário fornecem pistas valiosas para a salvação. Tal como em épocas intensas  de  dor e dificuldades, a pessoa humana tende a refugiar-se na família, se amorosa e compassiva e de genes afins, também um povo em crise deve buscar nas suas fundações, nos sinais indicadores do seu destino espiritual, a orientação necessária para recuperar o equilíbrio e a harmonia.
Portugal tem vivido desde há muito claramente apartado do seu espírito maior. Esquecido de que é essencialmente místico e rural, navegador e poeta, o país tem tentado ser antes estrangeiro, quem diz americano diz europeu, depende das épocas, Portugal fixou-se no Ter (ter casa, ter carro, ter férias em Havana ou Londres, ter mais e melhor) quando Portugal é um Ente do SER.
Não sei o que vai acontecer, porque não tenho bola de cristal e mais a mais o futuro é um plasma em constante movimentação. É previsível que haja mais greves, revoltas, mais violência e dor. Tudo em vão, nada valerá a pena pois passou o tempo histórico (e cósmico) em que isso podia levar à melhoria das condições de vida dos povos.
O tempo é outro, pede-nos medidas que surjam da nossa interioridade, que façam sentido à luz de quem somos intrinsecamente. Pede-nos recolhimento e readaptação à terra e ao mar e a consciência de que a estatura de um povo mede-se pelo seu canto, nunca pela capacidade de ter.
As vozes de Camões, Natália, Pessoa, Sophia, Jorge de Sena, Florbela e Alegre entre tantos outros, ecoam na minha alma e chamam-me à obra.
A minha, sobretudo pela palavra.



Lisboa – Elevador de Santa Justa


Do topo do elevador, inaugurado em 1902, descobre-se toda a Baixa lisboeta e o Castelo de São Jorge. Situado em pleno coração pombalino da cidade de Lisboa, o Elevador de Santa Justa é um verdadeiro ex-líbris da capital portuguesa, tornando-se visita obrigatória para qualquer turista que se desloque a Portugal.
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O Elevador de Santa Justa é um transporte público da era da arquitectura do ferro, subindo da Rua de Santa Justa, na Baixa, ao Largo do Carmo, sendo actualmente o único ascensor vertical na cidade, desde que, em 1915, desapareceu o da Biblioteca. A sua construção foi licenciada em 6 de Julho de 1899, com o projecto pioneiro a cargo do engenheiro francês R. Mesnier du Ponsard, ficando a obra a cargo da empresa Elevadores do Carmo.
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O vistoso elevador de Santa Justa tem uma estrutura em ferro constituída por viaduto metálico de 25 metros, apoiado ao meio num pilar de betão armado e, num dos extremos, numa torre metálica de 45 metros de altura. É fácil, assim, perceber a emoção que se sente durante os escassos minutos da lenta viagem, rumo aos céus. Mas quando se sai, quando as portas se abrem e o vento fresco acaricia a cara, é um mar de beleza que temos pela frente.

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elevadorsantajusta


QUARTETOS DE MOZART – SOLISTAS DA METROPOLITANA – Museu do Oriente

QUARTETOS DE MOZART – SOLISTAS DA METROPOLITANA

NUNO INÁCIO (flauta), ANA PEREIRA (violino), ÁGNES SÁROSI(violino), IRMA SKENDERI (viola), Ana CLÁUDIA SERRÃO(violoncelo)


Ouvir música de Mozart é sempre bom pretexto para sair de casa. Por mais gravações que possamos coleccionar, nada substitui a escuta presencial de um repertório que foi pensado com esse pressuposto. Desmascaram-se gestos por detrás das melodias, pressentem-se respirações, interpretam-se os olhares cúmplices dos músicos, experimenta-se o intimismo que só a música de câmara nos consegue transmitir… ouve-se a música como ela é. Um quarteto de cordas e outros dois com flauta. Mozart na sua versão mais clássica, a menos artificiosa.

PROGRAMA

Wolfgang Amadeus Mozart, Quarteto de Cordas n.º 15, Quarteto com Flauta n.º 3, Quarteto com Flauta n.º 4


21 de Janeiro de 2012

17h00 – Entrada livre

Duração: 75′, sem intervalo

M/3 anos

Brinquedos Portugueses para crianças invisuais


brinquedosportuguesesEsta linha de divertimentos infantis visa ajudar as crianças a interagir de forma saudável com os restantes colegas. “É incluí-las a todos os níveis, proporcionar-lhes maneiras de brincar, conviver e interagir entre as duas realidades”, explica. Não basta criar peças de ‘design’ por si só, esclarece Leonor Pereira, que é professora do ensino básico há vários anos. O objectivo principal é conceber produtos com qualidade estética e táctil, que visa proporcionar uma maior integração das crianças com problemas visuais no meio envolvente.
As peças foram construídas com base nas texturas, relevos e cores recorrendo, por isso, a diferentes malhas e bordados, perceptíveis através do tacto. Leonor Pereira aproveita para referir a escassez de brinquedos adaptados, obrigando os educadores a construir do zero objectos didácticos, sem terem muitas vezes formação para tal. A comercialização é uma possibilidade: “Ficamos com uma forte vontade de concretizar este projecto e torná-lo mais real, à disposição de todos”, assinalou ainda.
A pouca formação dos professores relativamente à educação especial é uma das críticas apontadas pela antiga aluna da UMinho. “É muito difícil conseguirmos perceber as necessidades das crianças cegas, autistas ou surdas. Temos sempre o apoio dos professores do ensino especial, que trabalham especificamente com eles, mas nem sempre é suficiente”, explica.
Fonte: CH



A Mulher Integrada



Workshop
.  A mulher integrada .
Baseado no tema Mulheres e Deusas   de  Rosa Leonor Pedro

Facilitadora Lena Gal, Artista Plástica e Educadora Expressiva
28 e 29 de Janeiro de 2012
Lena-WS“O que eu defendo como integração das duas mulheres é o equilíbrio natural dos dois lados extremos da mulher – a mulher maternal e a mulher sensual – na assimilação do sexual erótico ao mesmo nível que o afectivo maternal, como expressão do seu ser total…”
R.L
Workshop Prático e Expressivo, onde vamos vivenciar  diversas  situações através da Arte e de Exercícios da Ecologia Profunda em actividades como A Mandala no Feminino, Mulheres e Deusas, As Faces de Eva, e a Mulher Integrada, para uma tomada de consciência dos dois lados separados da mulher ao nível da sua personalidade a fim de que se possa vivenciar uma mudança de comportamento, numa descoberta pessoal desses dois aspectos em conflito.
Trabalhar com as Metodologias Expressivas de mediadores como  a escrita, expressão plástica, dança e movimento, danças de roda, expressão dramática, e elementos da natureza é proporcionar situações, consignas e actividades lúdicas – expressivas- criativas das mais diversificadas possíveis, que convidam as pessoas ir criando novos meios de perceber e agir sobre a realidade e comunicar-se com ela, apresentando assim respostas inovadoras sobre si, o mundo e os outros.
Objectivo Geral
Despertar da Consciência do Feminino profundo, pela integração das duas mulheres em que a mulher está dividida.
Objectivos Específicos:
- Estimular a auto-estima e auto-confiança
- Estimulo á criatividade e á  imaginação
- Contribuir para uma mudança de atitude através da consciencialização
- Expressão emocional criativa
PROGRAMA
Sábado
9h30 – As boas vindas
10h – Mandala no Feminino
12h30 – Circulo de partilha
13h – Almoço
15h – Mulheres e Deusas
17h45m – Círculo de partilha
18h30m  –Caminhada intuitiva
Noite – Desenho Nocturno ao redor do Fogo ou Pintura meditativa e partilha de saberes
Domingo
9h30 m – Dança Circular –Mãe Terra
10h – As Faces de Eva
12h30m – Circulo de partilha
13h almoço
14h30m – A Mulher Integrada
16h30 – Círculo de partilha
17h30 h – Ritual da Terra Mãe – Encerramento
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Currículo

Lena Gal  -  Experiencia Profissional em Artes plásticas  de 24 anos. Frequentou Arco e  a Sociedade de Belas Artes, Formação de Formadores em Jogos Pedagógicos  e Produção de Material Didáctico CEN. Formação Holística na Universidade Internacional pela Paz. Formação Avançada  em  Metodologias Expressivas no Instituto Superior ISLA Lisboa  e uma certificação como Educadora Expressiva pela Vivenciarte – Associação  Internacional Terapias Expressivas. Foi Monitora no programa “ Artes e Ofícios” do Projecto Sócio Educativo  do Departamento de Educação da Câmara de Lisboa, fez vários workshops  de Arte no Liceu Durffe,  na Bishop Conrelly Higl Sochool e na University South Carolina USA Facilitadora do Atelier Criativo (5 anos) com um grupo de pessoas que estão a ser seguidas na consulta de psiquiatria no Hospital de Santa Maria, Workshop “ Dança de todos os seres” Projecto Arte for All Atelier de pintura na Terra Girassol  e o Atelier  “O que quero vir a SER” com um grupo de mulheres  em Alcácer do Sal,  trabalha com  Grupos Expressivos/criativos  com aulas de Pintura Espontânea. Desenvolve o trabalho de “ O exercício Re-conexão”  e o “Conselho de todos os seres”  uma serie de workhops e Ateliers  em contextos educativos  para o despertar da Consciência Ecológica e Ambiental.
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“O trabalho que pretendo desenvolver  com o Despertar da Consciência Ecológica e do Feminino é a complementaridade ao meu trabalho como artista plástica”  Lena Gal


Materiais incluídos
Trazer roupa confortável e quente
Trazer comida para partilhar

Mais Informações: Aqui



Mundos Paralelos


universo_paraleloDiz-se que outras eu vivem, em mundos paralelos,  desenvolvimentos diferentes da minha história.
Outras eu sofrem na pele o que me foi poupado, conhecem alegrias que eu não toco, derramam no papel as palavras para que não tenho tempo, comem o pão que o diabo amassou, amam são amadas corpo alma tudo.
Simultâneas, concomitantes, complementares, alheias, partes de um todo, vivemos  em paralelo e à revelia umas das outras, misteriosos pedaços de um só ente plasmado no coração do universo.
Talvez que as outras eu sejam só a fantasia de mim mesma, como eu delas o sou, todas apostadas num esclarecimento que não chega e na libertação.
Se nos encontrássemos todas, cada uma acorrentada ao seu rosário de chagas e imperfeições, cada uma prisioneira do seu choro soberana do seu canto, se essa convergência de mundos ocorresse talvez pudessemos por fim vislumbrar a verdadeira face da Deusa e relembrar quem em verdade somos e ao que vimos, nesta parte do todo por onde hoje navegamos.
Diz-se que ninguém vive sózinho. Coexistimos  uns com os outros aqui, com as almas afins e com as outras, mas sobretudo com as alternativas partes de nós mesmos, que noutros mundos vivem o nosso inviável de hoje, exploram os caminhos que se nos fecharam aqui ou registam pela dor os contornos da sombra que escolhemos ignorar.
Coexistimos na saudade do ser inteiro para o qual as personas são só máscaras,  efémeros instrumentos de afirmação de um ego em geral doente, preso da absurda ilusão da superioridade.
Relembrar, trazer de volta os acessos, reconstruir as pontes com o invisível, saber, mas saber deveras, que  percepcionar a vida apenas pelos cinco sentidos nos arredou há milhares de anos de quem verdadeiramente somos.



“Franchising, uma opção para empreender”

No próximo dia 13 de janeiro, a Câmara Municipal de Cascais vai realizar, através da DNA Cascais, o seminário “Franchising, uma Opção para Empreender”, em parceria com a McDonald’s. A iniciativa irá decorrer no Ninho de Empresas DNA (Alcabideche), a partir das 17 horas.

Entre os temas abordados no seminário, estará a explicação sobre como funciona o franchise e as questões contratuais e legais associadas a esta área de negócio. Serão ainda apresentados exemplos práticos de empresas de franchising.

A participação no seminário é aberta a todos os interessados, mediante inscrição prévia, até 10 de janeiro, para o email geral@dnacascais.pt. O programa completo pode ser consultado em www.dnacascais.pt.

 

Fonte: CMC

GRUPO DE PERCUSSÃO DO CONSERVATÓRIO NACIONAL no MUSEU DO ORIENTE

GRUPO DE PERCUSSÃO DO CONSERVATÓRIO NACIONAL

O Grupo de Percussão do Conservatório Nacional nasceu com intuito não só de dar a conhecer o repertório existente para percussão em grupo, mas também para preparar os alunos para o seu futuro como percussionistas/executantes. Assim, e tendo este grupo iniciado a sua actividade em Outubro de 2011, apresenta um repertório simples mas de grande capacidade motivadora.


14 de Janeiro de 2012

17h00 – Entrada livre

Duração: 75′, sem intervalo

M/3 anos



Salão Macau

A Perspectiva das Coisas. A Natureza-Morta na Europa Segunda parte: Séculos XIX-XX (1840 – 1955)

A Perspectiva das Coisas. A Natureza-Morta na Europa
Segunda parte: Séculos XIX-XX (1840 – 1955)

21 de Outubro de 2011 a 8 de Janeiro de 2012
Galeria de Exposições da Sede


Dando continuidade à exposição apresentada em 2010 sobre o tema da natureza-morta na Europa, a segunda parte será dedicada à modernidade do século XIX e às alterações fundamentais ocorridas na primeira metade do século XX.


A renovação do interesse pela natureza-morta por parte dos artistas da vanguarda francesa será documentada através das obras dos Realistas e também da nova linguagem do Impressionismo. Em exposição estará uma peça-chave deste contexto, a Natureza-Morta de Claude Monet, que faz parte das colecções do Museu Calouste Gulbenkian. A natureza-morta foi, no final do século XIX, tema que interessou de sobremaneira os pintores Pós-Impressionistas como Cézanne, Van Gogh e Gauguin, que estarão representados através de obras de referência.

Museu Calouste Gulbenkian  - Entrada Gratuita Sábado e Domingo

Últimos dias 6, 7 e 8 aberto das 10h00 às 23h00

Saiba mais AQUI


Cantar as Janeiras em Cascais

Dia 6 de janeiro várias entidades deslocam-se ao auditório do Centro Cultural de Cascais, para cantar as Janeiras.

 

Ao todo são oito os grupos corais, de seis entidades do concelho, que vão cantar as Janeiras ao presidente da Câmara Municipal de Cascais e restante executivo:

• Externato Europa,

• Grupo de Cavaquinhos da Associação de Reformados e Idosos do Murtal,

• Traquitanas do Penedo, da Associação dos Idosos e Reformados do Penedo,

• Grupo Coral Moinhos de Alcabideche, da Associação de Bem Estar Social, Juventude e Terceira Idade de Alcabideche

• Grupo Coral Sénior da Junta de Freguesia de Cascais

• Grupos Corais dos Centros de S. Miguel, de Cascais e Vinhais da Serra, da Santa Casa da Misericórdia de Cascais.

 

As actuações acontecem a partir das a partir das 10h00 e a entrada é livre.

 

Fonte: CMC