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Madan Parque premiado no «Best Science Based Incubator»


Madan Parque de Ciência, ligada à Universidade Nova de Lisboa, ficou em terceiro lugar
madanparqueA incubadora de empresas do Madan Parque de Ciência, no Campus da Caparica da Faculdade de Ciências da Universidade Nova de Lisboa, ficou classificada em terceiro lugar entre concorrentes de 30 países no Concurso Internacional «Best Science Based Incubator».
Esta competição é organizada anualmente por uma rede internacional gerida pelo Centre for Strategy and Evaluation Services (Reino Unido), em colaboração com o Science Alliance (Holanda), Genepole (França), o SPICE Group (Alemanha) e a European BIC Network (Bélgica).
A atribuição do prémio é baseada num estudo de mercado, sendo os resultados posteriormente avaliados por um júri internacional de peritos e cientistas que centram a sua avaliação numa combinação de indicadores de resultados das empresas incubadas e da própria Incubadora.
A Incubadora Madan Parque ficou classificada em terceiro lugar entre as incubadoras em competição, provenientes de mais de 30 países, com enfoque no elevado número de empresas incubadas em 2010, que representaram cerca de 200 postos de trabalho e pelo desempenho da taxa de sobrevivência destas empresas, superior a 90 por cento.
Também se destacou no eixo de avaliação relativo ao ‘retorno do investimento’ devido ao modelo de gestão autosustentado da incubadora, com elevada taxa de retorno de impacto positivo dos fundos públicos aplicados.
O Madan Parque de Ciência iniciou a sua actividade em 2000, por iniciativa dos seus associados: Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, Câmara Municipal de Almada, Uninova e Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, a que se juntou posteriormente a Câmara Municipal do Seixal.
Desde o início da sua actividade, o Madan Parque já incubou mais de 130 empresas.
Fonte CH


Parábolas


Com palavras amo, escreveu o poeta. Com palavras canto, danço fantásticos passos de criação,  encontro as matizes secretas das coisas, apalpo ao de leve o pulsar profundo da vida. Com palavras subo à nota mais vibrante da oração, rasgo janelas sobre mundos esquivos, apaziguo as minhas ânsias e dou rosto ao indizível, por momentos deusa efémera do Verbo.
Escritas como se de fonte eterna elas brotassem, as palavras esculpem as minhas horas e aí deixam o rastro do choro ou do êxtase, soluçantes e mágicas, testemunho da passagem.
Com palavras me descubro e me revejo, sem saber que sou aquilo que as palavras me dizem que eu sou. Com palavras amo, sim, e com palavras mato. Exorciso, exerço a tentadora prática da sedução, reponho a verdade e construo a mentira da ilusão. As palavras doces, as intensas, as profundas, as orgásticas. As duras, certeiramente mortais, as ditas palavras de agape e de luz bem como as suas sombrias companheiras do desamor.
Com palavras incito, inspiro, embelezo, castigo, reduzo a cinzas, faço os meus lutos, apoio o outro, lanço no ar perfumes de coisas por saber ou relembrar, invento eternidades no que já passou ou nunca foi. Com  palavras sou maior, sou mais eu e deixo de ser quem sou pois elas transcendem os meus limites conhecidos, ponte entre mim e Eu e mais alguma coisa que não sei o que é mas que vibra em contínuo, inalcançável quase sempre na latência dos dias.
Faço tantas coisas com palavras,  refaço-me a mim e, de cada vez, abrem-se inesperadas brechas para o que eu já era sem o saber. Com palavras eu descubro outras palavras dentro delas, mundos, intermundos, sinapses de um todo incompreensível, estonteante.
Serão parábolas, afinal, formas de me representar e ao fogo que me anima, instrumentos de construção/destruição, assentes num núcleo mórfico e periferias dançantes, laços precários com a eternidade.
Com palavras escrevo, respiro. Não sei o que são, donde vêm, mas habitam-me, poderosamente emotivas e transformadoras e nelas me celebro, no fugaz instante que passa.



parábolasCom palavras amo, escreveu o poeta. Com palavras canto, danço fantásticos passos de criação,  encontro as matizes secretas das coisas, apalpo ao de leve o pulsar profundo da vida. Com palavras subo à nota mais vibrante da oração, rasgo janelas sobre mundos esquivos, apaziguo as minhas ânsias e dou rosto ao indizível, por momentos deusa efémera do Verbo.

Escritas como se de fonte eterna elas brotassem, as palavras esculpem as minhas horas e aí deixam o rastro do choro ou do êxtase, soluçantes e mágicas, testemunho da passagem.

Com palavras me descubro e me revejo, sem saber que sou aquilo que as palavras me dizem que eu sou. Com palavras amo, sim, e com palavras mato. Exorciso, exerço a tentadora prática da sedução, reponho a verdade e construo a mentira da ilusão. As palavras doces, as intensas, as profundas, as orgásticas. As duras, certeiramente mortais, as ditas palavras de agape e de luz bem como as suas sombrias companheiras do desamor.

Com palavras incito, inspiro, embelezo, castigo, reduzo a cinzas, faço os meus lutos, apoio o outro, lanço no ar perfumes de coisas por saber ou relembrar, invento eternidades no que já passou ou nunca foi. Com  palavras sou maior, sou mais eu e deixo de ser quem sou pois elas transcendem os meus limites conhecidos, ponte entre mim e Eu e mais alguma coisa que não sei o que é mas que vibra em contínuo, inalcançável quase sempre na latência dos dias.

Faço tantas coisas com palavras,  refaço-me a mim e, de cada vez, abrem-se inesperadas brechas para o que eu já era sem o saber. Com palavras eu descubro outras palavras dentro delas, mundos, intermundos, sinapses de um todo incompreensível, estonteante.

Serão parábolas, afinal, formas de me representar e ao fogo que me anima, instrumentos de construção/destruição, assentes num núcleo mórfico e periferias dançantes, laços precários com a eternidade.

Com palavras escrevo, respiro. Não sei o que são, donde vêm, mas habitam-me, poderosamente emotivas e transformadoras e nelas me celebro, no fugaz instante que passa.




NO JARDIM DO MONET com RAPHAEL SONZIO


Inaugura a 05 de Janeiro na Galeria do Hospital de Santa Maria.


HSM-Expo












HSM-Texto

Centro Cultural de Belém

CENTRO CULTURAL DE BELÉM


O Centro Cultural de Belém conta com quatro áreas de exposições e com o Museu de Design que, por sua vez, apresenta exposições nas áreas das artes plásticas, arquitectura, design e fotografia.
Inaugurado em 1999, o Museu do Design abriu com uma mostra de 200 peças, ordenadas cronologicamente, o que permite ao visitante ter percepção da evolução do conceito de design ao longo do século XX. A colecção, também conhecida como Colecção Francisco Capelo, está dividida em três áreas temáticas: luxury, pop e cool.
A primeira parte da exposição é dedicada a objectos originários de França e Itália, a segunda reflecte a era pós-guerra e a terceira surgiu durante a reconstrução da Europa, depois do fim das hostilidades.
O Centro Cultural está aberto todos os dias, excepto a 25 de Dezembro.


O Centro Cultural de Belém conta com quatro áreas de exposições e com o Museu de Design que, por sua vez, apresenta exposições nas áreas das artes plásticas, arquitectura, design e fotografia.
Inaugurado em 1999, o Museu do Design abriu com uma mostra de 200 peças, ordenadas cronologicamente, o que permite ao visitante ter percepção da evolução do conceito de design ao longo do século XX. A colecção, também conhecida como Colecção Francisco Capelo, está dividida em três áreas temáticas: luxury, pop e cool.
A primeira parte da exposição é dedicada a objectos originários de França e Itália, a segunda reflecte a era pós-guerra e a terceira surgiu durante a reconstrução da Europa, depois do fim das hostilidades.
O Centro Cultural está aberto todos os dias, excepto a 25 de Dezembro.

CCB