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Museu Calouste Gulbenkian

Publicado: 2012.05.01

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Museu Calouste Gulbenkian

A colecção Calouste Gulbenkian é composta por mais de 6000 peças, recolhidas por Calouste Sarkis Gulbenkian ao longo da sua vida e está dividida em duas áreas.
A primeira é dedicada às Artes Orientais e Clássicas e encontra-se dividida pelas galerias de Arte Egípcia, Arte Greco-Romana, Arte da Mesopotâmia, Arte do Oriente Islâmico e Arte do Extremo-Oriente.
A segunda é dedicada à arte europeia e inclui núcleos temáticos como a Arte do Livro, Escultura, Pintura e Artes Decorativas.
Aberto de Terça a Domingo, entre as 10h00 e as 17h45.

MCG


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Palácio de Belém

Publicado: 2012.04.15

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Palácio de Belém

O Palácio Nacional de Belém, em Lisboa, fica situado no n°11 da Calçada da Ajuda (Praça Afonso de Albuquerque) em Belém, sendo actualmente a residência oficial do Presidente da República Portuguesa.

Construído em 1559 pelo nobre D. Manuel de Portugal, este Palácio está localizado numa área que certamente não quererá deixar de visitar. No século XVIII, este palácio era conhecido como ‘palácio dos leões’ – símbolo solar que combina Sabedoria e Poder – animais que podem ser vistos um pouco por todo o palácio.

Pode visitar o Palácio e os seus jardins aos sábados das 10h30 às 17h00, sempre que não estejam programados actos protocolares a decorrer no Palácio. Existem visitas guiadas, realizadas por um técnico do Museu da Presidência da República.


Palácio de Belém

palaciobelem

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Museu do Chiado-Museu Nacional de Arte Contemporânea

Publicado: 2012.04.01

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Museu do Chiado

Situado no centro histórico de Lisboa, o Museu do Chiado, fundado em 1911, sofreu uma grande reconstrução em 1994.
A colecção de arte portuguesa, composta por peças que vão desde 1850 até aos dias de hoje, é a exposição de arte contemporânea mais importante de Portugal.
O Museu do Chiado reúne uma considerável colecção representativa dos períodos Romântico, Naturalista e Modernista bem como um vasto conjunto de pinturas, esculturas e desenhos portugueses do séc. XIX até hoje.
Aberto de Terça a Domingo.

MNAC


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Lisboa-Castelo de São Jorge

Publicado: 2012.03.15

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Castelo de S. Jorge

Considerado o monumento mais emblemático da cidade de Lisboa, o Castelo de S. Jorge é um testemunho relevante de momentos ímpares da história de Lisboa e de Portugal.
Em 16 de Junho de 1910, meses antes da implantação da República, D. Manuel II, último Rei de Portugal, manda publicar o decreto de classificação do património nacional com estatuto de Monumento Nacional, em cuja lista se incluía o Castelo de S. Jorge.
É o culminar de um processo de enquadramento legal para a conservação do património monumental que se iniciara no século XVIII, no reinado de D. João V, com o famoso Alvará de 20 de Agosto de 1721 em que o Rei determinava que se inventariassem e conservassem “ os monumentos antigos que havia e se podia descobrir no Reino dos tempos em que nele dominaram os Fenícios, Gregos, Persas, Romanos, Godos e Arábios…”, marcando o início de uma outra maneira de encarar e interpretar os testemunhos materiais da História que permaneceram e sobreviveram, constituindo-se em valores de memória colectiva, símbolos da consciência de um passado feito de culturas diversas.

castelosjorge











Imagem: Bernardo Sassetti

Saber mais-AQUI


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Museu Nacional de Arte Antiga

Publicado: 2012.03.01

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Museu Nacional de Arte Antiga

Este museu situa-se perto de Santos o Velho e tem uma vista magnífica sobre o rio Tejo. Também conhecido como Museu das Janelas Verdes (este nome surgiu por causa da rua onde está localizado – Rua das Janelas Verdes), foi construído em 1884 para receber as peças provenientes de mosteiros e igrejas que passaram a ser propriedade do Estado.
A colecção deste museu inclui arte europeia, pintura, escultura, joalharia, mobiliário, cerâmica, têxteis e outras artes decorativas que representam as formas artísticas concebidas desde a Idade média até ao séc. XX. Mostra ainda uma colecção impressionante de objectos provenientes de África, Índia, China e Japão.
O Museu Nacional de Arte Antiga tornou-se uma referência essencial para aqueles que querem saber mais e perceber a arte portuguesa ao longo dos anos.
Aberto de Terças a Domingos e encerrado às segundas e em alguns feriados nacionais.


MN ARTE ANTIGA

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Lisboa-Elevador da Glória

Publicado: 2012.02.15

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Em plena Praça dos Restauradores, Lisboa, está o Elevador da Glória, inaugurado em 24 de Outubro de 1885, faz o trajecto Baixa – Bairro Alto.
Começou por funcionar com depósitos de água, que, graviticamente, faziam descer um dos ascensores e subir o outro. Depois foi movido a vapor e a partir de 1914, passou a mover-se a energia eléctrica.
Até finais do século XIX, a iluminação dentro da cabine era feita com velas, durante as viagens nocturnas.

Desde Fevereiro de 2002, o elevador está classificado como Monumento Nacional.

elevadordagloria


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Museu Nacional do Azulejo

Publicado: 2012.02.01

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Museu Nacional do Azulejo

O Museu Nacional do Azulejo situa-se no Convento da Madre de Deus, que data de 1509. Da estrutura original apenas o claustro do piso inferior e a sala Árabe chegaram aos dias de hoje. A igreja está coberta com ricos trabalhos ornamentais Barrocos de pinturas, talha e azulejos oferecidos pelo patrocínio régio.
A colecção, que descreve praticamente toda a história do azulejo em Portugal, inclui azulejos da segunda metade do séc. XV e artefactos contemporâneos já feitos com novas tecnologias. Os pontos fortes deste museu são o retábulo maneirista de Nossa Senhora da Vida e o painel de Lisboa, com 23 metros de comprimento, que representa a cidade antes do terramoto de 1755.
Está aberto de Terça a Domingo, mas fecha em alguns feriados nacionais.


MNAzulejo

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UMA QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA

Publicado: 2012.01.17

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alma secreta de Portugal
“Como figura internacional tenho a mesma eleição que a revista TIME: o protesto, precisamente porque ele vem nos antípodas do que eu acho que está a passar-se em Portugal, que é a diminuição intelectual de todos nós. [...] Quando o ministro Relvas [...] toma decisões unilaterais sobre coisas tão importantes como o serviço público sem que haja um único protesto cívico [...] isto é o fim da democracia [...]. É a aceitação de tudo; “nós já tomamos a decisão por vocês”. Ora isto cheira-me a quê? Eu já vivi no sistema antigo em que as pessoas tomavam a decisão por mim e me diziam o que é que eu devia fazer; nisto sou mais liberal que o Governo. E portanto, o protesto é para mim muito importante: Occupy Wall Street, o protesto árabe, totalmente inesperado [...]. E como quem já leu história, quem continua a ler história, coisa que estes governantes não fizeram, sabem que o inesperado acontece. E mais: sabem que quem comanda a História, de um modo kitsch ou não, como dizia o Kundera, são as massas, e o mundo vai mudar.”
Clara Ferreira Alves no Eixo do Mal, SIC Notícias (25/12/2011)
Estou em muito de acordo com Clara Ferreira Alves.  Mas acho que há muitas coisas que comandam a história. Depende do local onde a história acontece. Depende do povo a quem ela acontece. Depende sempre e sobretudo do grau de desespero económico a que os povos chegam.
De facto,  este governo tem uma escassa margem de manobra. Pequena economia satélite, há muito gerida pela histórica incompetência dos seus governantes e a inércia dos governados, a Lusitana Pátria perdeu tudo quanto possa cheirar a soberania, intervencionada por gigantes que não estão aqui a fazer caridade e que dão as ordens mais conducentes à boa saúde dos seus empréstimos. A Lusitana Pátria parece destinada a um futuro sem esperança, sobretudo, atrevo-me a dizer, pela falta de consciência e de coragem do seu povo. Refiro-me é claro à consciência de quem se é, donde se vem e do potencial de transformação da realidade quando nos atrevemos a lançar um olhar renovado e objectivo sobre o que nos acontece, as razões porque acontece e a forma como estamos ou não equipados para reconduzir Portugal ao trilho do seu verdadeiro destino.
Isto pressupõe que as pessoas conheçam a sua história passada, tenham mergulhado nos seus mitos e tradições, saibam identificar e  reconhecer correctamente as falhas do passado e trabalhem todos os dias  no reconhecimento da alma secreta do seu berço, a entidade a que chamamos o nosso país.
As raízes espirituais de um povo e o seu imaginário fornecem pistas valiosas para a salvação. Tal como em épocas intensas  de  dor e dificuldades, a pessoa humana tende a refugiar-se na família, se amorosa e compassiva e de genes afins, também um povo em crise deve buscar nas suas fundações, nos sinais indicadores do seu destino espiritual, a orientação necessária para recuperar o equilíbrio e a harmonia.
Portugal tem vivido desde há muito claramente apartado do seu espírito maior. Esquecido de que é essencialmente místico e rural, navegador e poeta, o país tem tentado ser antes estrangeiro, quem diz americano diz europeu, depende das épocas, Portugal fixou-se no Ter (ter casa, ter carro, ter férias em Havana ou Londres, ter mais e melhor) quando Portugal é um Ente do SER.
Não sei o que vai acontecer, porque não tenho bola de cristal e mais a mais o futuro é um plasma em constante movimentação. É previsível que haja mais greves, revoltas, mais violência e dor. Tudo em vão, nada valerá a pena pois passou o tempo histórico (e cósmico) em que isso podia levar à melhoria das condições de vida dos povos.
O tempo é outro, pede-nos medidas que surjam da nossa interioridade, que façam sentido à luz de quem somos intrinsecamente. Pede-nos recolhimento e readaptação à terra e ao mar e a consciência de que a estatura de um povo mede-se pelo seu canto, nunca pela capacidade de ter.
As vozes de Camões, Natália, Pessoa, Sophia, Jorge de Sena, Florbela e Alegre entre tantos outros, ecoam na minha alma e chamam-me à obra.
A minha, sobretudo pela palavra.



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Lisboa – Elevador de Santa Justa

Publicado: 2012.01.15

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Do topo do elevador, inaugurado em 1902, descobre-se toda a Baixa lisboeta e o Castelo de São Jorge. Situado em pleno coração pombalino da cidade de Lisboa, o Elevador de Santa Justa é um verdadeiro ex-líbris da capital portuguesa, tornando-se visita obrigatória para qualquer turista que se desloque a Portugal.
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O Elevador de Santa Justa é um transporte público da era da arquitectura do ferro, subindo da Rua de Santa Justa, na Baixa, ao Largo do Carmo, sendo actualmente o único ascensor vertical na cidade, desde que, em 1915, desapareceu o da Biblioteca. A sua construção foi licenciada em 6 de Julho de 1899, com o projecto pioneiro a cargo do engenheiro francês R. Mesnier du Ponsard, ficando a obra a cargo da empresa Elevadores do Carmo.
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O vistoso elevador de Santa Justa tem uma estrutura em ferro constituída por viaduto metálico de 25 metros, apoiado ao meio num pilar de betão armado e, num dos extremos, numa torre metálica de 45 metros de altura. É fácil, assim, perceber a emoção que se sente durante os escassos minutos da lenta viagem, rumo aos céus. Mas quando se sai, quando as portas se abrem e o vento fresco acaricia a cara, é um mar de beleza que temos pela frente.

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elevadorsantajusta


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Mundos Paralelos

Publicado: 2012.01.10

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universo_paraleloDiz-se que outras eu vivem, em mundos paralelos,  desenvolvimentos diferentes da minha história.
Outras eu sofrem na pele o que me foi poupado, conhecem alegrias que eu não toco, derramam no papel as palavras para que não tenho tempo, comem o pão que o diabo amassou, amam são amadas corpo alma tudo.
Simultâneas, concomitantes, complementares, alheias, partes de um todo, vivemos  em paralelo e à revelia umas das outras, misteriosos pedaços de um só ente plasmado no coração do universo.
Talvez que as outras eu sejam só a fantasia de mim mesma, como eu delas o sou, todas apostadas num esclarecimento que não chega e na libertação.
Se nos encontrássemos todas, cada uma acorrentada ao seu rosário de chagas e imperfeições, cada uma prisioneira do seu choro soberana do seu canto, se essa convergência de mundos ocorresse talvez pudessemos por fim vislumbrar a verdadeira face da Deusa e relembrar quem em verdade somos e ao que vimos, nesta parte do todo por onde hoje navegamos.
Diz-se que ninguém vive sózinho. Coexistimos  uns com os outros aqui, com as almas afins e com as outras, mas sobretudo com as alternativas partes de nós mesmos, que noutros mundos vivem o nosso inviável de hoje, exploram os caminhos que se nos fecharam aqui ou registam pela dor os contornos da sombra que escolhemos ignorar.
Coexistimos na saudade do ser inteiro para o qual as personas são só máscaras,  efémeros instrumentos de afirmação de um ego em geral doente, preso da absurda ilusão da superioridade.
Relembrar, trazer de volta os acessos, reconstruir as pontes com o invisível, saber, mas saber deveras, que  percepcionar a vida apenas pelos cinco sentidos nos arredou há milhares de anos de quem verdadeiramente somos.



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