Submit Your Work for Assessment

Blog

Pensamento para 10 de Março

Publicado: 2010.03.10

Categoria: Blog : Sem Comentários »

Porque não utilizar aquilo que possuis?

Para que te serve teres uma boa luz electrica se não a acenderes para encher de luz o teu quarto? Porque não te viras constantemente para MIM para receber ajuda e força, e utilizar todas essas dádivas maravilhosas que estão à tua espera?


em “Abrindo as portas que há em nós” de Eileen Caddy

Tagged with: ,

Meditação

Publicado: 2010.03.10

Categoria: Blog : Sem Comentários »



Tagged with: , ,

9 de Março – Pensamento

Publicado: 2010.03.09

Categoria: Blog : Sem Comentários »

9marçoQuando aprendes a dar servindo os outros isso abre-te o coração e mantém-no aberto. Quanto mais livre e alegremente deres, mais amor transbordarás e mais atrairás. Quanto mais amor dás, mais tu recebes. É a lei!

Jamais te desencorajes se o amor não te for devolvido de imediato. Sabe simplesmente que, mais cedo ou mais tarde ele retornará, por isso age de tal modo que o amor flua constantemente.


em “Abrindo as Portas que há em nós” de Eileen Caddy

Tagged with: , ,

Pensamento para 8 de Março

Publicado: 2010.03.08

Categoria: Blog, Geral : Sem Comentários »

8marco

 

Tu estás neste mundo para lhe trazer o bem!

Estás aqui para irradiar o amor a luz e a sabedoria

para todas as almas que disso necessitem.


em “Abrindo as portas que há em nós” De Eileen Caddy

Tagged with: ,

Pensamento para 3 de Março

Publicado: 2010.03.02

Categoria: Blog : Sem Comentários »

manchaTu deves preparar-te para as maravilhosas mudanças da nova Era.  Se puderes aceitá-las e absorvê-las simplesmente, como papel mata-borrão, elas realizar-se-ão em ti e à tua volta em grande paz e harmonia.


em “Abrindo as portas que há em nós” de Eileen Caddy

Tagged with: , ,

27 de Fevereiro – Pensamento

Publicado: 2010.02.27

Categoria: Blog : Sem Comentários »

liberdade27-02Tu deves reconhecer a tua espiritualidade a fim de poderes elevar-te espiritualmente a grandes alturas. De contrário serás como um pássaro numa gaiola com a porta completamente aberta e mesmo sendo livre para voar para onde quiser, não repara na sua liberdae, continuando a esvoaçar nesse espaço, não indo a lado algum.

Todosos seres humanos são livres mas somente se quiserem reconhecê-lo e aceitá-lo.

Porque não aceitas a tua liberdade desde já, tendo consciência de não estares preso a coisas ou pessoas, e que consegues fazer tudo o que pretendes?


em “Abrindo as portas que há em nós” de Eileen Caddy

Imagem: Liberdade



Tagged with:

26 de Fevereiro – Pensamentos

Publicado: 2010.02.26

Categoria: Blog : Sem Comentários »

spiritofwater


O que é novo será revelado de muitas maneiras diferentes. Tudo o que tens a fazer é acompanhar o seu movimento e não lhe resistires. A mudança não é necessáriamente dolorosa. E é inevitável pois nada pode permanecer imutável; e se olhares bem dentro do teu coração verás que não desejas a estagnação.


em “Abrindo as portas que há em nós” de Eileen Caddy






Imagem: TheDreamSky

Tagged with: , , ,

Nem Dürers, nem Pessoas

Publicado: 2010.02.24

Categoria: Blog : Sem Comentários »

por Leonardo Melo Gonçalves

durerPergunto-me frequentemente porque é que a Arte hoje em dia tem de ser feia. E quando falo de Arte, não me refiro apenas às artes plásticas, mas incluo todas as formas de Arte, incluindo a literatura. Aquela afirmação de Braque, «a Arte incomoda», tornou-se regra sine qua non. O que é Arte tem de ser feio, grosseiro, mal-cheiroso, nauseabundo, piroso ou, ainda melhor, uma conjunção caótica de todos estes ingredientes. E se é literatura, nenhum romance ganha hoje destaque perante a opinião pública sem uma boa dose de “efes”, “cês” e outros “quês”. É difícil acomodar-me a esta realidade. É-me ainda mais difícil fazê-lo depois de ter passado alguns dias na cidade natal de Albrecht Dürer, Nuremberga, na Baviera Alemã.

Dürer vivia obcecado com a Beleza. É fácil imaginá-lo sentado no seu luminoso atelier, no segundo andar da casa onde vivia, elaborando infindáveis estudos, conjecturando sobre as proporções do belo, sobre como sintetizar a Beleza em termos matemáticos, dividindo, por exemplo, uma cabeça humana em secções distintas e procurando nelas encontrar chaves de proporção, simetrias e relações escondidas que a Natureza decidiu impregnar nos nossos corpos e fez-nos reconhecê-las, simplesmente, como Beleza. A obra de Dürer é hoje algo tocante, já que parece que o seu esforço de repetir a acção da Natureza e impregnar a sua Arte de Beleza é hoje contraposto com um esforço em igual proporção para fazer exactamente o contrário: retirar, tornar ausente, esvaziar toda a Beleza da Arte.

O elemento estranho, o paradoxo, nesta observação não é o acto dos artistas não quererem ou não conseguirem tornar a sua Arte bela. É o facto da sociedade apreciar o feio, o grosseiro. E compreende-se em certa medida. A Arte é hoje uma actividade quase puramente comercial. Assim sendo, a beleza constata-se e passa-se à frente. A fealdade discute-se, levanta problemas éticos, ofende, gera críticas, que são publicadas e que levam mais pessoas a ver ou a ler a Arte feia, para deleite de editores, galeristas, críticos e de outros que ali orbitam financeiramente. Portanto a Arte bela não rende. Hoje compensa escrever mal, escrever apenas para ofender (ou para tentar ofender, que já ninguém se ofende acho eu). Compensa pintar coisas disformes e sem significado algum. Ou compensa ainda mais não pintar nada, como naquela peça de teatro de Yasmina Reza, “Arte”, onde um personagem gasta uma fortuna num quadro em branco e os seus amigos oscilam entre elogios ao bom-gosto do amigo ou a afirmar simplesmente «this painting is shit».

Nesta peça, como no dia-a-dia, o grande problema é, no final de contas, a falta de cultura, ou talvez a falta de atitude perante a pseudo-cultura. A coberto do «eu não percebo nada de Arte», que cada vez se ouve mais dada a confusão que reina por aí, impinge-se todo o tipo de lixo.

Hoje, praticamente já não há intérpretes da Beleza. Já não há Dürers na pintura, nem Pessoas na literatura. A Beleza saiu da Arte, como um rato que foge de um navio que se afunda. O rato afoga-se, mas a Beleza paira até que alguém a redescubra.

Crónica:  Às Vocações, por Leonardo Melo Gonçalves em Nicotina Magazine.


Tagged with: , , , ,

ARTE E BELEZA, INDISSOCIÁVEIS

Publicado: 2010.02.24

Categoria: Blog : Sem Comentários »

Nascimento-FLTudo, ou quase tudo, nas nossas decadentes sociedades se prende com a falta de dimensão espiritual do acto humano, hoje em dia. Descemos ao fundo do poço e o ser incarnado chafurda na lama que se permitiu criar. Essa lama é servida e alimentada primordialmente por uma consciência espartilhada pela mente enferma, ruidosa, dividida, desatenta, distraída pela obsessão, esquecida de questionar os pratos “junk food” que a sociedade lhe põe constantemente debaixo do nariz. É o preço de se ter escolhido Mammon como deus reinante.


Tudo nas nossas vidas parece estar condicionado pelo dinheiro e, na aposta pelo seu ganho (o mais facilmente
possível, utilizando qualquer meio) nos fomos esquecendo da nossa essência e atropelando tudo e todos à nossa volta.


FigureandLand-FMA pseudo-arte que esta sociedade promove, com raríssimas excepções, reflecte tudo isto. A Beleza é um instrumento do Sagrado, não é possível reflecti-la quando o ser humano se movimenta num registo vibracional muito baixo, que é o caso geral hoje em dia. E a arte não pode vir ditada de fora para dentro, sujeita a interesses, modismos ou à sinistra actuação de lobbies.
A arte tem de irromper, como um luminoso jorro de luz, de dentro da alma!


MARIANA INVERNO

Tagged with: , ,

POR DETRÁS DE MIM MESMA

Publicado: 2010.02.22

Categoria: Blog : Sem Comentários »

POR DETRÁS DE MIM MESMA


reencontronointerior

Não sei o que me assalta, hoje em dia.
Estou contente, logo triste.
A minha alma anseia pela graça e tudo reviro na ânsia de a encontrar. É, contudo, no estar quieta que ela melhor percorre o interior das minhas células, aliviando-me de todos os pesos, mesmo do de estar viva.

Fico ensimesmada a pensar no motivo de tantos altos e baixos, eu que fui sempre uma criatura na aparência estável e equilibrada. Gosto e deleito-me em todas as coisas que em geral encantam o género humano: flores, crianças, ternura, afectos, boas comidas, fragrâncias, beleza, sonho, canto, música…
Mas há um sítio-estádio onde nada disso parece contar muito. Difícil descrevê-lo, complicado alcançá-lo…É como os meus olhos a olharem para dentro de si mesmos, é como se por detrás de mim estivesse eu mesma e para o nosso diálogo não tivesse sido achada por ora a palavra justa.

Portais a abrirem-se, certezas totais moldáveis como um plasma, choro, dádiva, dúvida sistemática recorrente como a estação fria em cada ano, solidão, união, ausência…
Triste ou contente, resisto mais.

De algum modo, sou mais vezes e por mais tempo a que está por detrás de mim mesma.

Amparo-me nesse facto.

Mariana Inverno

Tagged with: , , ,