SAIBA O QUE O POVO CIGANO TEM PARA LHE DIZER ATRAVÉS DO SEU TARÔT
ENCONTRE O SEU EQUILIBRIO , NO SEU PASSADO PARA QUE POSSA ASSUMIR O
SEU PRESENTE,
E VIVENCIAR O SEU FUTURO COM MAIS HARMONIA, PARA SUPERAR AS
DIFICULDADES, SEM MISTIFICAÇÕES OU TABUS.
FAÇA SUA CONSULTA, ONDE SERÁ DESCODIFICADA A SUA VIDA…
por Orlando da Silva.
De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h00, sujeito a marcação.
É inaugurada em Outubro agrande exposição do Museu Calouste Gulbenkian dedicada à pintura e natureza-morta europeia, com obras de Cézanne, Van Gogh, Picasso, Dalí, Gauguin e tantos outros.
Neil Cox, o comissário da exposição, desvenda o que vamos poder ver a partir do dia 21 de Outubro.
O Museu Calouste Gulbenkian vai inaugurar a segunda parte de uma grande exposição em que se pretende estudar os diferentes aspectos da pintura de natureza-morta na Europa. Na qualidade de comissário desta segunda parte, coube-me o desafio de ponderar como poderíamos pensar em algo tão tradicional como a natureza-morta, isto é, a representação de um grupo de objectos – sejam eles flores, instrumentos, conchas ou uma caveira, geralmente colocados sobre uma mesa – no contexto da modernidade.
Com o título geral em inglês In the Presence of Things (Na Presença das Coisas), esta mostra, em duas partes, recebeu, em português, o nome de A Perspectiva das Coisas, cujo significado, ainda que ligeiramente diferente, não deixa de ter a sua pertinência. A segunda parte da exposição tem como ideia base explorar de que modo, num contexto de modernidade, o significado da natureza-morta se alterou à medida que o significado dos objectos, e a experiência subjectiva dos mesmos, também se alterava. E, dado que é praticamente impossível construir desta vez uma narrativa histórica uniforme, poderão os visitantes contar com uma viagem através de uma diversidade de temas, plena de nomes surpreendentes, lado a lado com as figuras mais destacadas da história da arte moderna.
É hoje comum a ideia de que a arte moderna é interessante porque nos apresenta as reacções do artista perante o mundo, recorrendo à pintura para exprimir ideias ou sentimentos, em lugar de nos apresentar uma representação realista do mesmo. É claro que a própria ideia de que as reacções subjectivas são interessantes é já, em si, moderna, podendo nós a este propósito pensar na obra de Freud ou no surgimento do romance psicológico como prova disso mesmo. A exposição defende que esta aproximação ao subjectivo, e consequente afastamento dos imperativos do real, contou com a ajuda da invenção da fotografia por volta de 1840. A fotografia produzia imagens através da luz reflectida nos objectos e nas pessoas, e fê-lo segundo uma óptica completamente diferente. É fácil de constatar que esta tecnologia libertou a pintura da incumbência da representação realista, ao fazê-lo, abriu o caminho para que artistas como Vincent van Gogh, Henri Matisse ou Odilon Redon (todos eles representados na exposição) pintassem segundo uma nova noção de liberdade em termos de cor e de forma. Usando as palavras do poeta Stéphane Mallarmé em 1864, a tarefa consistia agora em “pintar, não o objecto, mas o efeito que ele produz”. Nesta frase, podemos já verificar que o estatuto do objecto se tornou um problema: os objectos são “efeitos” numa pintura que agora nos apresenta os sentimentos do artista. Se considerarmos uma outra perspectiva, podemos concluir que a fotografia não aboliu o realismo, tendo, outrossim, contribuído para uma nova compreensão da realidade. Segundo este ponto de vista, as fotografias foram ao encontro do positivismo oitocentista e de certas políticas progressistas. O “realismo” de Gustave Courbet é o melhor exemplo disso mesmo. Mais tarde, a ideia de que a fotografia apresentava uma nova forma de realidade seria adoptada e transformada pelo Surrealismo. Salvador Dalí, por exemplo, combinava um fascínio pela realidade revelada pela fotografia com uma técnica pictórica que pretendia sugerir a qualidade expressiva, quase fotográfica, dos sonhos. Mas, à semelhança de outros artistas surrealistas representados na exposição, como René Magritte e Max Ernst, Dalí não defendia o tipo de realismo presente em Courbet. O termo “surrealismo” pretendeu anunciar a resolução do hiato existente entre a experiência inconsciente e consciente, entre o sonho e a vigília.
Os artistas modernos trabalhavam numa situação de mercado; como tal, muitas das obras apresentadas foram criadas por pintores que desenvolveram uma maneira ou uma temática característica, que lhes granjearia o sucesso comercial. Chaïm Soutine, por exemplo, era inicialmente um artista pobre com um fascínio pelo espectáculo da carne, patente em O Boi Esquartejado de Rembrandt (Museu do Louvre, Paris). Soutine era um lituano que partiu para Paris para se tornar um artista moderno. Muitos dos maiores artistas portugueses modernistas, incluindo Amadeo de Souza-Cardoso e Eduardo Viana, fariam o mesmo, assim como o espanhol Pablo Picasso. A presente exposição, constituída por mais de noventa obras, tem como objectivo contar a história destes artistas, colocando simultaneamente a questão da modernidade.
SOBRE O COMISSÁRIO Neil Cox é especialista em arte francesa do século XX, com fortes interesses teóricos e filosóficos, tendo escolhido Picasso como tema da sua tese de doutoramento. Organizou, em 1995, uma importante exposição sobre a representação de animais na obra de Picasso, sendo co-autor do livro que acompanhou a mesma, A Picasso Bestiary. É igualmente co-autor de um livro sobre Marcel Duchamp, da World of Art Series da editora Thames and Hudson, autor de Cubism, integrado na série Art and Ideas da Phaidon, bem como de The Picasso Book publicado pela Tate. É membro da International Advisory Board of the Research Forum do Courtauld Institute. É professor de História e Teoria da Arte na Universidade de Essex.
A confirmação da existência de uma partícula mais rápida que a luz vai abrir portas à hipótese de se poder “viajar no tempo”, defendeu Gaspar Barreira, o investigador português do Conselho da Organização Europeia para a Investigação Nuclear (CERN).
A existência de algo mais rápido que a luz não deveria acontecer de acordo com a teoria de Einstein que tornou famosa a equação “E=mc2”. No entanto, o CERN anunciou na quinta-feira uma experiência que defende que os neutrinos são 60 nanossegundos mais rápidos do que a luz.
“Se esta experiência se confirmar haverá uma enorme revolução na física, que trará graves consequências, porque há uma quantidade de coisas que achávamos que estavam descobertas e afinal não estão”.
Recuar no tempo
Gaspar Barreira
Gaspar Barreira lembra que caso haja a confirmação da descoberta, esta vai “mexer com o princípio da causalidade” e até permitir a hipótese de se poder “andar para trás no tempo e condicionar no futuro uma acção do passado”.
“O mundo é muito mais complexo do que as nossas teorias científicas. Não fazemos a mais pequena ideia do que se passa com 95 por cento do universo”, lembrou o também presidente do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP).
Gaspar Barreira estava na reunião mensal do CERN, em Genebra, quando soube os resultados da investigação, que só viriam a ser publicamente divulgados horas mais tarde. “Há resultados que eu esperava, mas nunca este. Há poucas gerações que podem viver estas experiências”, disse, emocionado, o cientista, que acredita que os próximos anos sejam de grandes descobertas, “tal como aconteceu na viragem do século passado”.
O físico explicou a experiência agora revelada: “Foi disparado um feixe de neutrinos do acelerador de partículas situado perto de Genebra para um laboratório subterrâneo em Itália, a 730 quilómetros de distância”. Resultado: o neutrino viajou 60 nanossegundos mais rápido que a velocidade da luz.
Para já apenas um resultado experimental
Os investigadores envolvidos neste projeto já pediram à comunidade científica internacional que confirmem ou excluam esta a experiência. “Isto não é uma descoberta, é um resultado experimental que é preciso confirmar”, sublinhou Gaspar Barreira.
Neutrinos mais rápidos do que a luz
O professor José Pedro Mimoso, do Departamento de Física da Universidade de Lisboa, explicou o “pedido” dos investigadores: um nanossegundo é mil milhões de vezes mais pequeno que um segundo e por isso tem de se colocar a hipótese de haver um “erro sistémico” e para isso “basta que haja um detector que não está bem calibrado”.
Os dois portugueses sublinham que estas descobertas não põem em causa nem destroem a teoria de Einsten. Caso se confirme, será uma informação adicional à teoria. “Em ciência não se deita por terra descobertas anteriores”, lembrou Gaspar Barreiros.
A confirmação da existência de uma partícula mais rápida que a luz vai abrir portas à hipótese de se poder “viajar no tempo”, defendeu Gaspar Barreira, o investigador português do Conselho da Organização Europeia para a Investigação Nuclear (CERN).
A existência de algo mais rápido que a luz não deveria acontecer de acordo com a teoria de Einstein que tornou famosa a equação “E=mc2”. No entanto, o CERN anunciou na quinta-feira uma experiência que defende que os neutrinos são 60 nanossegundos mais rápidos do que a luz.
“Se esta experiência se confirmar haverá uma enorme revolução na física, que trará graves consequências, porque há uma quantidade de coisas que achávamos que estavam descobertas e afinal não estão”.
Gaspar Barreira lembra que caso haja a confirmação da descoberta, esta vai “mexer com o princípio da causalidade” e até permitir a hipótese de se poder “andar para trás no tempo e condicionar no futuro uma acção do passado”.
“O mundo é muito mais complexo do que as nossas teorias científicas. Não fazemos a mais pequena ideia do que se passa com 95 por cento do universo”, lembrou o também presidente do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP).
Gaspar Barreira estava na reunião mensal do CERN, em Genebra, quando soube os resultados da investigação, que só viriam a ser publicamente divulgados horas mais tarde. “Há resultados que eu esperava, mas nunca este. Há poucas gerações que podem viver estas experiências”, disse, emocionado, o cientista, que acredita que os próximos anos sejam de grandes descobertas, “tal como aconteceu na viragem do século passado”.
O físico explicou a experiência agora revelada: “Foi disparado um feixe de neutrinos do acelerador de partículas situado perto de Genebra para um laboratório subterrâneo em Itália, a 730 quilómetros de distância”. Resultado: o neutrino viajou 60 nanossegundos mais rápido que a velocidade da luz.
Para já apenas um resultado experimental
Os investigadores envolvidos neste projeto já pediram à comunidade científica internacional que confirmem ou excluam esta a experiência. “Isto não é uma descoberta, é um resultado experimental que é preciso confirmar”, sublinhou Gaspar Barreira.
Neutrinos mais rápidos do que a luz
O professor José Pedro Mimoso, do Departamento de Física da Universidade de Lisboa, explicou o “pedido” dos investigadores: um nanossegundo é mil milhões de vezes mais pequeno que um segundo e por isso tem de se colocar a hipótese de haver um “erro sistémico” e para isso “basta que haja um detector que não está bem calibrado”.
Os dois portugueses sublinham que estas descobertas não põem em causa nem destroem a teoria de Einsten. Caso se confirme, será uma informação adicional à teoria. “Em ciência não se deita por terra descobertas anteriores”, lembrou Gaspar Barreiros.
A queniana Wangari Maathai, Nobel da Paz em 2004 pelo seu trabalho em nome do desenvolvimento sustentável, paz e democracia, morreu este domingo aos 71 anos com cancro.
A notícia foi avançada pelo Green Belt Movement, do qual foi fundadora. “É com tristeza que a família da professora Wangari Maathai anunciou a sua morte após uma batalha longa e corajosa contra o cancro”, lê-se numa mensagem publicada no site do movimento da primeira africana a ser laureada com o Prémio Nobel da Paz.
Wangari Muta Maathai destacou-se ainda na década de 70 através do combate ecológico no seu país. O seu trabalho só foi, contudo, reconhecido em 2004 quando a Academia Nobel decidiu distingui-la pela sua “abordagem holística para o desenvolvimento duradouro, que engloba a democracia, os direitos humanos e em particular os da mulher”.
A queniana, divorciada e mãe de três filhos, foi sempre descrita como tendo uma personalidade muito forte e uma grande energia, o que lhe permitiu ser pioneira em África na luta pelo Ambiente, pelos direitos humanos e pela liberdade política. Esta bióloga de formação, foi a primeira mulher da África Central a obter o grau de doutoramento
Wangari Maathai nasceu em Abril de 1940 em Nyeri, no centro do Quénia, tendo sido das poucas crianças naquela época a beneficiar do acesso à educação por insistência do seu irmão mais velho que a inscreveu numa escola católica. Nos anos 60 conseguiu uma bolsa norte-americana que lhe permitiu estudar Biologia no Kansas, tendo depois regressado ao seu país onde foi militante do Conselho Nacional de Mulheres do Quénia na luta pelos direitos das suas concidadãs e onde incitou à plantação de árvores para satisfação das necessidades internas sem danificar mais o Ambiente.
Foi em 1977 que nasceu o seu Green Belt Movement, no âmbito do qual as comunidades locais criam viveiros e plantam árvores em terrenos públicos, zonas florestais degradadas ou em propriedades privadas. Este movimento já plantou mais de 45 milhões de árvores no Quénia para aumentar o coberto florestal do país e restaurar ecossistemas vitais. “Como as florestas têm vindo a desaparecer, as comunidades têm vindo a sofrer de falta de água potável e de quebras nas culturas agrícolas”, explica o movimento, no seu site. Assim, o Green Belt pretende “apoiar os esforços de plantação de árvores, ajudando as mulheres e as suas famílias a satisfazer as necessidades básicas, a nível local”.
Em 1987, a ideia já tinha ultrapassado as fronteiras do Quénia, através da Pan African Green Belt Network que se estende por países como a Tanzânia, Uganda, Etiópia, Zimbabwe, Lesoto.
“Não se pode proteger o Ambiente sem dar poder às pessoas, informá-las e ajudá-las a compreender que estes recursos [naturais] são delas e que elas os devem proteger”, disse Maathai, citada no site do Green Belt Movement.
Maathai dirigiu, ainda, a Cruz Vermelha queniana nos anos 70 e dedicou-se igualmente a combater o regime autoritário do presidente do Quénia naquela época, Daniel Arap Moi – um percurso que fez com que tivesse tido vários incidentes com as forças de segurança e algumas passagens pela prisão. Com a eleição de Mwai Kibaki em 2002, assumiu a pasta de secretária de Estado do Ambiente entre 2003 e 2005.
Estudo pode ajudar pessoas com doença de Alzheimer e apneia nocturna.
A investigação liderada por investigadores da Universidade de Stanford (EUA) e publicado na“Proceedings of the National Academy of Science” (PNAS) baseou-se em testes realizados em ratos que permitiram verificar que perturbar o sono – que foi fragmentado, mas não menor ou menos intenso do que o normal – tornou mais difícil para os animais reconhecerem objectos familiares.
Enquanto dormiam, os investigadores enviaram feixes de luz directamente ao cérebro dos roedores, o que perturbava o sono, mas não afectava o tempo total ou a qualidade de sono.
Os animais foram colocados numa caixa com dois objectos, um dos quais já era seu conhecido. Embora, naturalmente, as cobaias passassem mais tempo a observar o novo objecto e as que tinham o sono ininterrupto tivessem feito exactamente isso, aquelas cujo sono foi interrompido estavam igualmente interessadas em ambos os objectos, sugerindo que as memórias tinham sido afectadas.
A continuidade do sono é, de acordo com os cientistas, um dos principais factores afectados em várias doenças que atingem a memória, incluindo o Alzheimer e outros deficits cognitivos relacionados com a idade. O sono interrompido também afecta as pessoas viciadas em álcool e as que sofrem de apneia do sono.
Segundo os cientistas, apesar de não existirem provas de causalidade entre a interrupção do sono e qualquer uma dessas doenças, “uma quantidade mínima de sono ininterrupto é crucial para a consolidação da memória”.
Uma obra que desce às profundezas do ser e da vida, caminhante entre sombras e luz, numa arquitectura orgânica, integrada na Terra onde o grito da alma ressoa, dorido, em busca da redenção.
Mariana Inverno
Fundadora – Projecto Art for All
Patente na galeria Art for All em Cascais até 29 de Julho de 2011
O estudo é da autoria do projecto Energyprofiler, promovido pela Energaia, em parceria com a Factor Social e a TerraSystemics, com o apoio da ADENE. Para além de aferir as principais motivações, obstáculos, fontes de informação e equipamentos utilizados, entre outras questões, faz também uma análise dos factores e variáveis subjacentes a tipologias de perfis de consumo.
Conservação de energia Quando questionados sobre quais os principais comportamentos desempenhados para levar a cabo a poupança de energia, os portugueses demonstraram conhecer de uma forma global as várias formas possíveis de poupar energia. Neste aspecto, 62 por cento indicou que habitualmente “desliga as luzes quando não está ninguém”.
Entre os perfis de utilização de energia identificados, “os menos competentes na conservação de energia, os que executam menos, são os jovens masculinos até 25 anos”. Por essa razão, “é neste grupo que existe maior oportunidade de mudança ou de poupança”. Entre os vários obstáculos assinalados à poupança energética, 50 por cento dos consumidores afirma “já faço tudo o que posso”, explicou Dalila Antunes.
A nível geral, “o público-alvo masculino demonstra estar menos sensibilizado em relação à poupança energética” enquanto “as mulheres até 45 anos de todas as regiões demonstram estar mais sensíveis à mesma questão”, sublinhou. A nível geográfico,“homens e mulheres adultos acima dos 45 anos, da zona Norte e Ilhas são mais competentes na conservação da energia”.
Estratégias de sensibilização
As conclusões do estudo, realizado através de um inquérito telefónico à escala nacional a mais de 1000 agregados familiares, apontam para um parecer positivo em relação aos comportamentos de consumo energético dos portugueses para uma maior eficiência energético. No entanto, existem indicadores que alertam para a necessidade de dar continuidade à elaboração de estratégias de sensibilização. Entre esses factores encontra-se por exemplo a utilização do radiador eléctrico como um dos principais equipamentos utilizados para aquecimento doméstico.
“Este estudo permite-nos detalhar o consumo”de energia e constatar que “cada vez há maior sensibilidade a esta questão”. Torna-se também mais evidente “a necessidade de começarmos a verificar de que forma os mais jovens encaram a questão ambiental”, afirmou Alexandre Fernandes, director-geral da ADENE. “É com este tipo de estudos que vamos podendo estudar, a cada momento, quer as nossas acções de comunicação, quer na área mais técnica. E, cada vez mais, vamos ter de agregar novas formas de interagir com a energia”.
No site do projecto é possível responder ao questionário ‘Qual o seu perfil de consumidor energético?’ e ter acesso a recomendações de boas práticas, adequadas aos perfis energéticos dos visitantes, bem como toda a informação e resultados sobre o estudo.
A ‘Quinta Sinfonia’ de Beethoven é uma das mais famosas composições da música clássica e, segundo um novo estudo brasileiro, pode ajudar a curar o cancro.
A pesquisa, levada a cabo pelo Programa de Oncobiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, analisou células MCF-7, ligadas ao cancro da mama. Ao expor as referidas células ao famoso tema, uma em cada cinco acabou por morrer, o que entusiasmou os envolvidos.
O estudo, que teve início em Maio de 2010, está a permitir que se desenvolvam novas perspectivas de cura de tumores malignos, recorrendo a timbres e frequências, esclarece o jornal ‘O Globo’.
Já na página oficial da unidade de Oncobiologia da referida univesidade, a responsável do estudo, Márcia Capella, esclarece que já se usaram outras composições musicais, masnem sempre com os mesmos resultados.
“Iniciámos o nosso trabalho usando três composições: a ‘Sonata para 2 Pianos em Ré Maior’, de Mozart [conhecida por causar o ‘efeito Mozart’, um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal de um indivíduo], a ‘Quinta Sinfonia’ de Beethoven e ‘Atmosphères’ [do húngaro György Ligeti], uma composição contemporânea, que se caracteriza principalmente pela ausência de uma linha melódica que traduza o tema”, afirma.
Segundo a especialista, a composição de Mozart não provocou nenhuma alteração nas células, mas as de Beethoven e Ligeti causaram a morte de em média 20% delas, além da “diminuição de tamanho e granulosidade”.
O facto de Mozart não ter provocado nenhuma reacção está a espantar os responsáveis, já que suas composições estão entre as mais utilizadas na musicoterapia.
“Ainda precisamos estudar melhor os mecanismos destes efeitos, ou seja: porque apenas alguns tipos de células são sensíveis a estas músicas? E por que apenas alguns tipos específicos de músicas provocam efeitos? Fizemos testes também com a MDCK, uma célula não-tumorigénica, e com linfócitos, e elas não responderam a estes estímulos sonoros”, reconhece Márcia Capella.
O objectivo é conseguir usar as frequências sonoras como processo de cura, em vez de outros mais violentos como radioterapia.
“Visitar” os mais conceituados museus do mundo e contemplar as suas obras de arte está agora à distância de um clique graças a uma nova ferramenta da Google que promete revolucionar o turismo cultural.
No total, o Google Art Project dá a conhecer 17 museus de renome mundial, entre os quais o de Arte Moderna, em Nova Iorque (MoMa), o Kampa, em Praga, o Rainha Sofia, em Madrid, o Palácio de Versalhes ou a Galeria Nacional de Londres. Este conjunto conta com 385 salas onde os utilizadores podem “passear” e consultar, a partir do seu computador, quadros e obras de arte para obter informações acerca das peças e dos artistas.
Por cada museu, há uma obra de arte apresentada em altíssima resolução, o que significa que é passível de ser vista com maior pormenor do que o alcançável pela vista humana, graças a um zoom especial desenvolvido pelo Picasa, serviço de fotos da Google. Cada imagem contém 14 mil milhões de pixels, o que a torna mil vezes mais detalhada do que uma foto comum de uma câmara digital.
Exemplo disso são “O Quarto”, de Vincent van Gogh, patente no museu intitulado pelo nome do artista, ou “O Nascimento de Vénus”, de Sandro Botticelli e que consta na Galeria Uffizi, em Florença. A este leque de obras, juntam-se outras mil em alta resolução, que também apresentam detalhes imperceptíveis a olho nú.
Tudo isto tornou-se possível graças à ferramenta online lançada ontem que tem por base a tecnologia Street View e um veículo exclusivamente desenvolvido para o projecto, que fotografou em 360 graus o interior dos museus.
Segundo Amit Sood, responsável pela nova ferramenta, o projecto, que derivou de uma ideia de funcionários da Google para usar o Street View em prol da divulgação da arte, pretende agora acrescentar mais museus e obras de arte à sua lista.
A Arte para mim foi o inicio do desconhecido em mim. Foi ultrapassar a perda, a dor.Arte através da pintura é deixar fluir o pensamento nas imagens do subconsciente.È deixar passar para fora para a tela um sentimento de consciencialização da distruição da natureza. È estar completamente interiorizada num mundo que me faz esquecer as agruras da vida. Céus,sol,mar,ondas,árvores vivas,árvores mortas,troncos envelhecidos.....Afinal para mim, a minha arte é expressar sentimentos através da beleza da Natureza.